Composição
INTRO
Do zero ao topo, ninguém botou fé (ahn) Hoje eu sou a prova que o bairro também é (yeah)
VERSO 1
Vim da lama, da valeta, do barraco pingando Conta atrasada, mãe cansada, mas eu fui estudando Eles riam do meu sonho, eu ficava calado Gravei rima no quintal, celular rachado Era sábado chuvoso, eu jurando mudar Enquanto os cara se afogava em virar a noite no bar Eu só pensava em “um dia eu vou tirar você daqui, mainha” Prometi de boca seca, hoje a sede é de vitória na minha linha
REFRÃO
Vencer mesmo vindo de baixo Eu sei o peso que eu carrego nesse braço Ninguém acredita até virar fato Tijolo por tijolo eu levanto meu espaço Vencer mesmo vindo de baixo Coração calejado, mas eu nunca relaxo Se o mundo fecha porta, eu arrebento o cadeado Caí muitas vez, mas eu volto mais pesado (hey!)
VERSO 2
Eu já chorei escondido, travesseiro molhado Com fome no estômago e orgulho esmagado Mas se a vida foi cruel, minha fé foi mais forte Aprendi que o azar só respeita quem provoca a própria sorte Cada passo que eu dei parecia errado Mas hoje cada cicatriz é lembrete do saldo Quem tentou me diminuir hoje evita meu abraço Porque sabe que eu cresci, mas mantive o mesmo laço
PONTE
E se eu cair de novo, eu levanto sorrindo (ahn) Porque quem veio do fundo não tem medo de abismo Podem duvidar, subestimar, rir do meu instinto Eu tornei minha dor em motor, hoje eu mando no ritmo (yeah)
REFRÃO
Vencer mesmo vindo de baixo Eu sei o peso que eu carrego nesse braço Ninguém acredita até virar fato Tijolo por tijolo eu levanto meu espaço Vencer mesmo vindo de baixo Coração calejado, mas eu nunca relaxo Se o mundo fecha porta, eu arrebento o cadeado Caí muitas vez, mas eu volto mais pesado (vencer!)
FINAL
Do zero ao topo, sem pular degrau Resiliência é meu crachá oficial Quem veio lá de baixo sabe desse chão Mas hoje eu miro alto e levo os meus na mão (ah!)